segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

BACKBEAT: Os cinco rapazes de Liverpool

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010 0
Uma indicação de meu amigo Piccoli, BACKBEAT é um filme excelente. Independentemente se você é ligado à musica ou não, se você é fã dos Beatles ou não, o filme é muito bom. Se você for fã e gosta de música, vai considerar excepcional. Alheio a opiniões, os Beatles fizeram hitória, marcaram uma época, deixaram um legado de influências musicais que certamente não será esquecido. Existem livros, biografias, histórias, filmes, que tratam de pontos de vistas diferentes as vivências da banda.

BACKBEAT tem como protagonista o primeiro baixista da banda, Stu (Stuart Stutcliffe) vivido por Stephen Dorff. Liverpool, 1960. John Lennon (Ian Hart) e Stuart Sutcliffe (Stephen Dorff) organizam uma viagem a Hamburgo para tocar com Paul McCartney (Gary Bakewell), George Harrison (Chris O’Neill) e Pete Best (Scot Williams) em bares. Após o músico e artista plástico Klaus Voormann (Kai Wiesinger) assistir uma de suas apresentações ele fica entusiasmado com a banda, já batizada de The Beatles, e convence sua namorada, Astrid (Sheryl Lee), a apresentá-los para o circuito alternativo da cidade. Aos poucos Sutcliffe se aproxima de Astrid e se afasta cada vez mais da banda, que acaba recebendo um convite para gravar seu primeiro disco.

O filme apresenta uma parte, digamos assim, menos "Pop" da trajetória da banda. Um dos fatos interessantes, na minha opinião, é saber que a fotógrafa Astrid Kirschher (namorada de Stu) é quem implementou a troca dos "topetes Elvis Presley" do grupo pelas famosas franjas com as quais fizeram sucesso. Esse penteado acabou se tornando símbolo do contato dos Beatles com a vanguarda artística européia. Uma das fontes das transformações sociais provocadas na década de 60, das quais a banda acabou sendo um dos maiores catalisadores.

O filme pode ser obtido no BLOG LARANJA PSICODÉLICA, o qual consta na lista de Blogs recomendados do PITADA DE MÚSICA.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Jazz en español

sábado, 30 de janeiro de 2010 0
(http://www.jazzeando.com.ar/) é um site bem legal pra quem curte o estilo. Na verdade não existem somente informações de Jazz no site. Para quem gosta e pode dar uma "bandinha" na Argentina de vez em quando o site traz sempre atualizada a listagem de shows que ocorrem no país, geralmente em Buenos Aires. Além da agenda, pode-se encontrar material didático, biografias, vídeos, classificados musicais, professores, partituras gratuitas e muitas outras coisinhas bem interessantes. Mais uma contribuição e descoberta do meu amigo Vini Selbach.

Rádio on-line

Para aqueles que sentem-se mal fazendo o download de músicas (e mesmo para quem não liga) existe a opção de escutar músicas através de rádios on-line. São várias delas, softwares como Real Player ou Windows Media Player oferecem esse tipo de serviço gratuito.

Indicação de meu amigo e companheiro de banda, Vinícius Selbach, a NPR - National Public Radio é bastante interessante. É uma organização sem fins lucrativos, mantidas por órgãos públicos e privados que distribui sua programação a 797 estações de rádio públicas nos EUA. Criada em 1970 através de um Ato de Radiodifusão Público assinado em lei pelo Presidente Lyndon B. Johnson. A NPR produz e distribui notícias e programação cultural. As estações de rádio não são obrigadas a transmitir somente a programação fornecida pela NPR, na maioria delas é um mix de programação da NPR e dos fornecedores "rivais", como American Public Media, Public Radio International e Public Radio Exchange.

É uma boa opção para escutar boa música com boa qualidade. Segue o link:

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Keith Jarrett (discografia 1972-2009)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 0

Keith Jarrett é um dos indiscutíveis mestres do piano jazzístico contemporâneo. Menino prodígio musical, começou a tocar piano aos três anos de idade; fez um recital aos sete anos, executando música erudita; e já era músico profissional ainda adolescente. Em 1962 entrou para a Berklee College of Music (aquela mesma do Michel Camilo) e logo estava liderando seu próprio grupo.
Em 1965 mudou-se para Nova Iorque. Passou alguns meses com os Jazz Messengers de Art Blakey, tocou entre 1969 e 1971 com Miles Davis, e após esse período lançou-se definitivamente na carreira solo. O resultado é uma volumosa obra discográfica.

Jarrett tem preferência por tocar como solista ou em pequenas formações. Realizou até mesmo incursões ao órgão de tubos. Sente-se também perfeitamente à vontade realizando sistematicamente apresentações e gravações como solista clássico, tocando Bach e Mozart, entre outros.

Jarrett possui uma maneira de tocar muito pessoal (como boa parte dos instrumentistas). Não é um interprete conciso: ao contrário, é dado a longas digressões, e muitas de suas peças são improvisos livres. O fato de Jarrett propor várias de suas execuções como improvisos livres tem um lado simpático, na medida em que cada peça é única, não só na "interpretação" (o que, de resto, ocorre com todo o jazz) mas na própria concepção da peça, que acaba sendo irrepetível de um momento e uma platéia específica. O problema é que em alguns casos as peças resultam prolixas, às vezes repetitivas (dentro de uma mesma execução), estendendo-se mais do que seria desejável. Além disso as interpretações de Jarrett são "temperadas" por algumas excentricidades cênicas. Assim como o pianista clássio Glenn Gould, ele temo costume de murmurar ou cantarolar enquanto toca, quando além disso, também se levanta da banqueta para tocar de pé, fazendo alguns movimentos de "espasmos" (bem estranhos). No entanto essas excentricidades permanecem em segundo plano, nunca deixando a música de Jarrett como algo "coadjuvante". (fonte: ejazz)

Tem muita coisa dele que acho bastante interessante e relevante para quem gosta de jazz. Definitivamente cada album tende a representar o seu momento. Um amigo meu (Guilherme Piccoli) que não gosta de albums "Greatest Hits", e em se tratando de Keith Jarret, eu definitivamente preciso "aderir" a esta forma de pensar.

Para quem interessar, segue o link de um fórum do Taringa que traz os albums de Keith Jarrett de 1972 até 2009.

The Blues Beers


Gambling and Living: o primeiro disco a gente nunca esquece. The Blues Beers é uma banda de Caxias do Sul - RS da qual são integrantes dois parceiros meus, o Cristian Rigon e sua esposa Camila Dengo. Conheci primeiramente a Camila... Na época, a banda de jazz que toco estava "perdendo" a vocalista em virtude de um trabalho. Correndo atrás de alguém que pudesse tocar em frente o trabalho, falando com um e outro, cheguei até a Camila. Conversamos por um tempo... até que a nossa vocalista acabou voltando. Porém, ficou um contato e uma amizade praticamente virtual com a Camila e posteriormente com Cristian, que hoje é com quem tenho bem mais contato.

Esta aí é a capa do primeiro CD da banda deles. Está aí de "primeira mão", pois ainda não foi feito o lançamento oficial. Com a amizade que se formou entre nós, acabei participando à distância de uma das faixas do álbum. Gravei em casa o piano (com ajuda dos equipamentos do Chico - guitarrista da Colt45) usando uma base que o Cristian e a Camila fizeram para que eu pudesse me guiar. Tivemos que deixar com a "primeira" tentativa de gravação mesmo, pois quando fui tocar "valendo" o computador do Chico deu pau. Bem, mandei pro Cristian e disse o ocorrido... ele achou legal e manteve assim. Tá no disco.

Vamos ao Blues... é uma forma (ou estilo) musical que é muito fundamentada em sequências de notas de baixa frequência, extremamente expressivo, na maioria das vezes com uma estrutura harmônica menor e cíclica. Surgiu nos EUA através de cantos de fé religiosa (spirituals) e de outras formas como gritos e canções de trabalho, cantados por comunidades de escravos negros. Na raiz, se tornou uma forma de protesto (através das letras) contra a escravidão. Por muitas vezes trazendo letras que relatavam o sofrimento escravo, e aí "Blue" = triste. O estilo serviu como base para o aparecimento de outras formas musicais, dentre elas o Jazz.

Do meu ponto de vista, não é à toa que os grandes nomes do Blues sejam poucos. Aparentemente mais simples, por apresentar uma estrutura repetitiva é neste ponto que reside o grande desafio. Fazer com que um CD não pareça "Faixa Única". A criatividade é ponto principal para que isso não ocorra, a falta dela pode por a perder todo um trabalho. Por isso vejo muita corajem naqueles que se propõem em fazer um trabalho próprio com o Blues, é algo complicado. A The Blues Beers apostou em todo seu "feelling" e fez um trabalho bem legal. Como não foi lançado oficialmente, não conheço muitas canções, mas com o que vi pela internet dá pra notar claramente o blues de raíz. E o ponto mais positivo (ao meu ver) é que as composições são (como diria um amigo meu) "honestas", ou seja, são claras, objetivas, sem ataques de "virtuosismo". Blues na medida.

Assim que o CD for lançado, e eu tiver acesso a todas as músicas poderei dizer mais... no momento, parabenizo a rapaziada e fico no aguardo de mais "assunto" rsrs.

A banda é formada por: Cristian Rigon (guitarra); Leonardo Reis (bateria); Josué Baciquet (baixo); Camila Dengo (vocal) e Rafael Reis (harmonica). http://www.myspace.com/bluesbeers

LEFT MY HEART AWAY - The Blues Beers

domingo, 24 de janeiro de 2010

Michel Camilo y Tomatito: Spain Again

domingo, 24 de janeiro de 2010 0

Conheci o pianista Michel Camilo (não pessoalmente, infelizmente) em uma aula de harmonização com o mestre Odilon Reis. Sou fã da música latina, do estilo latino e tenho pra mim que o Jazz latino é algo de sublime, uma "ramificação" do jazz das mais difíceis de ser executada. Dentre os jazzistas latinos, a interpretação de Michel Camilo é sem dúvida uma das melhores.

Um pouquinho sobre eles:

Michel Camilo nasceu em Santo Domingo, República Dominicana, 1954. Desde criança já apresentava fortes tendências musicais, compondo aos 5 anos e iniciando seus estudos de música aos 13 anos, no Conservatório Nacional. Aos 16 já era membro da Orquestra Singonica Nacional Dominicana. Em 1979 mudou-se para Nova Iorque, e começou a "encarnar" o jazz. Pianista fora de série, com técnica apuradíssima, em 2000 teve seu ponto marcante na carreira. Gravou o álbum SPAIN, com Tomatito e este ganhou um Grammy de "Melhor Álbum de Jazz Latino". De quebra recebeu o título de DOUTOR EM MÚSICA pela Berklee College of Music (Boston), passando, posteriormente a integrar o corpo docente da mesma.

Tomtatito (José Fernandez Torres), guitarrista flamenco nascido em Almería, Espanha, em 1958. Também de técnica invejável, além de seus discos solo já dividiu palco e estúdio com Paco de Lucia, Frank Sinatra, Elton John, Neneh Cherry, John McLaughlin, Chick Corea, Larry Coryel entre outros.

O álbum no post indicado é o segundo encontro ente esses dois grandes músicos. Uma continuação do SPAIN. Contendo músicas já conhecidas e suas próprias é uma bela combinação do flamenco e do jazz.


Fica a sugestão para a busca de qualquer obra de Michel Camilo. Ainda não escutei todos os seus albums, mas boa parte... e não encontrei uma faixa sequer que desse pra dizer: "Essa não ficou tão boa".

sábado, 23 de janeiro de 2010

The Beatles Instrumental Jazz Tribute

sábado, 23 de janeiro de 2010 0


Ainda sobre Beatles, como podem perceber... Agora mais um album que retrata o jazz encaixado ao som dos Quatro de Liverpool. Um jazz bem diferente daquele apresentado em post anterior (BeatleJazz). Aqui as faixas são bem mais "comportadas" harmonicamente. As linhas melódicas das canções dos Beatles são facilmente identificadas e a primeira impressão é que estamos escutando os suaves standards do jazz americano. De fato é realmente isso, Beatles na forma standard do jazz. É um album pra ser escutado e apreciado... Pode ser usado para fazer aquele charme, criar aquele "climinha" agradável em um happy hour, jantar, um encontro, etc.. Também pode ser apreciado "alone", ou acompanhado somente de um bourbon ou hi-fi. Um disco sincero, mostra de cara a quê veio: jazz bem acabado, agradável e simples de ouvir. Algumas faixas irão remeter você aos "Jantar baile" de alguma sociedade ou clube que seus pais frequentam ou frequentavam, mas no geral é bom.

Um pouco sobre Ron Escheté, que é o "criador" do album. Considerado mestre da guitarra de sete cordas, e o maior nome do jazz em Los Angeles, com trabalhos juntamente a Bill Evans no seu currículo. Apostou na ideia de Big Band para este album. Deu certo.

Beatallica (ãh?)



É isso mesmo... BEATALLICA. Na onda do show do Metallica que está pra acontecer, esse post é uma boa. É uma banda dos Estados Unidos que decidiu unir o som de Beatles com Metallica, os caras existem desde 2006... eu pelo menos só conheci agora. A maioria das canções da banda é uma junção de alguma canção dos Beatles + Metallica, como por exemplo:

- "The Thing That Should Not Let It Be" = "The thing that sould not be" + "Let it be"
- "...And Justice For All My Loving" = "...And justice for all" + "All my loving"
- "Leper Madonna" = "Leper messiah" + "Lady Madonna"

E por aí vai. Ok, eu disse que iria postar coisas interessantes do mundo da música, não disse que todas seriam boas!
Acho que todo trabalho de releitura é, no mínimo, uma forma muito interessante de explorar a criatividade. O BEATALLICA não fugiu desta regra. Pode-se dizer tudo a respeito dessa banda, mas não se pode dizer que eles não tem criatividade.
Vamos direto ao assunto.

Pontos fortes: trabalho criativo, inusitado, interessante. O som é bem tocado, caracteriza muito o som do Metallica, principalmente pela voz do "Hetfield".

Pontos fracos: o trabalho parece piada! É o tipo de som que (eu particularmente) não identifiquei como "sério" ou o famoso "só pra aloprar". Acho que é o tipo de coisa que se os Mamonas Assassinas estivessem por aí ainda teriam feito algo do tipo.

Posso estar enganado mas acho que: quem é fã de Metallica vai achar uma porcaria; quem é fã de Beatles vai concordar com o pessoal fã de Metallica. Tá aí... mais um ponto positivo, uniram duas "facções".

O album do post é o Masterful Mystery Tour = Master of Puppets + The Magical Mystery Tour. É um som, no mínimo interessante de se escutar uma vez na vida... para nunca mais se perguntar: "Como seria uma junção de Beatles e Metallica?" Resposta: Putz,... (ouvindo mais um pouco), cara... não sei.


Olhem as figuras aí:


Jaymz Lennfield(John Lennon+James Hetfield) - vocal e guitarra-base
Kliff McBurtney(Paul McCartney+Cliff Burton) - baixo
Kirk Hammettson(George Harrison+Kirk Hammet) - guitarra-solo
Ringo Larz(Ringo Starr+Lars Ulrich) - bateria

Folk, Country, Blues e Rock!



Essa é a outra banda da qual sou integrante. Como vocês podem perceber, não tem NADA de jazz, hehehehe. O que não quer dizer que seja menos bom. Se formos analisar pelas raízes, o rock n' roll, o blues e o Rockabilly estão bastante interligados com o jazz. O jazz, sem sombra de dúvidas é uma forma de expressão musical bastante complexa e completa, e serve como influência pra muito "fraseado" que vemos por aí...
A Colt45 veio primeiro (dentre as duas bandas que hoje faço parte). Começou com uma forte insistência de um grande amigo meu, João Aguirre. Estávamos ambos em plena metade do mestrado e relaxar era preciso. Ele começou a colocar "pilha", e foi assim que começou. João Aguirre foi o primeiro vocalista da banda, que mais tarde teve que sair devido uma proposta de trabalho irrecusável.
Saiu o João, entrou André Conti... que está até hoje. Tivemos várias "baixas" e "altas" na banda, incluindo nossa última "perda", o baterista Maurício Metz. Um cara gente boa e que já tinha colocado seu estilo dentro da banda, mas... o trabalho chamou ele e por uma transferência nos levou o gajo. O resultado final é a formação com:
André Conti (voz, violão base); Chico Pereira (voz, guitarra solo); João Henrique (baixo); Marcelo Galarça (voz, teclado, guitarra base)

Na bateria, estamos contando com amigos bateristas que se dispõem a acompanhar os shows sempre que possível.

Alguns vídeos com a banda completa seguem abaixo. Enjoy it!







Projeto Kiss My Jazz

Logicamente, eu... sendo um admirador do jazz, sendo membro (o mais fraquinho, mas membro) de uma banda de jazz, não poderia deixar de mencionar a respeito dela.


É... esse mesmo o nome. Sempre que tivermos algo de novo, seja shows, vídeos, gravações... o que for, estarei postando aqui para ajudar na divulgação também.
Somos em quatro integrantes: Helimara Medeiros (voz... e que voz!); Luciano "Lucky" Alves (baita voz!! E batera); Vini Selbach (baixo) e Marcelo Galarça (piano).
A gente procura manter a ideia clássica do jazz. Fazemos desde os famosos standards até releituras de figuras do rock n roll e do pop rock internacional. Espero que vocês curtam o som.

Estamos bastante empolgados com nosso começo de 2010... já de cara, uma participação no programa Camarote TVCOM. Foi muito bom!! A equipe da tv foi muito atenciosa, a apresentadora Kátia Suman é muito gente fina (como, particularmente, eu já imaginava). Foi um excelente começo para começar o ano! (assim, bem redundante mesmo).

Mais informações em www.myspace.com/projetokissmyjazz

No YouTube...








Entre muitas outras! Se gostou... confira lá!

Coleção BeatleJazz (fantástica!!!)

Se você é apreciador de melodias suaves, estruturadas com harmonias literalmente engenhosas, daquelas que só podem ser construídas por detentores de um talento ímpar; gosta de ouvir uma roupagem nova para "velhas" canções, gosta de explorar a variação ritmica na sua mais profunda criatividade, e claro... se você é apreciador dos BEATLES e de jazz, ficará encantado com essa coleção "BeatleJazz".
Releituras arranjadas por Brian Melvin (percussionista/baterista que gravou com ninguém menos do que Jaco Pastorius) e Dave Kikoski (pianista) que além de seus vários trabalhos solo, participou da Mingus Big Band, criaram um fantástico e novo padrão de ouvir "The Beatles". Assim como os grandes trios de jazz modernos de Bill Evans e Keith Jarret, "BeatleJazz" representa também esse tipo de consciência, clareza e sofisticação em tocar jazz. Uma coleção de tirar o chapéu.

As gravações contam também com participações especiais de peso do jazz como:Toots Thielemans, Joe Lovano, Richard Bona e Larry Grenadier.

ALL YOU NEED


1. Fool on The Hill
2. Lady Madonna
3. The Continuing Story of Bungalow Bill
4. All You Need Is Love
5. All Things Must Pass
6. The Night Before
7. Beautiful Boy
8. Look at Me
9. I Want You (She's So Heavy)
10. Cold Turkey
11. Waterfalls


WITH A LITTLE HELP FROM OUR FRIENDS



Este conta com Mike Stern na guitarra!

1. YES IT IS
2. PIGGIES
3. IMAGINE
4. STRAWBERRY FIELDS FOREVER
5. I WILL
6. WORKING CLASS HERO
7. A HARD DAY'S NIGHT
8. ACROSS THE UNIVERSE
9. LOVELY RITA
10. AND I LOVE HER
11. THE END
12. CHAINS


A BITE OF APPLE



1. Junk
2. Come Together
3. It's Only Love
4. Love
5. If I Fell
6. Eleanor Rigby
7. I Am The Walrus
8. Within You/Without You
9. Mother Nature's Son


ANOTHER BITE OF APPLE



1. I'll Follow The Sun
2. Here There And Everywhere
3. Let It Be
4. Give Me Love
5. Michelle
6. Magical Mystery Tour
7. It Won't Be Long
8. Blackbird
9. Julia
10. Blue Jay Way
11. Tomorrow Never Knows

Conta Premium no Rapidshare

Muitos de nós (eu me incluo) gostamos de acessar o RapidShare para fazer download de livros, fotos, músicas, filmes, etc.. Ok, você vai dizer (ou pelo menos seu lado "certinho" vai dizer) que baixar filmes, músicas e outras "cositas" é ilegal, não valoriza o artista e blablabla. Enfim, num outro momento, quem sabe eu dê minha opinião sobre isso... agora vou apenas dar uma sugestão para quem deseja abrir uma conta preium no RapidShare sem ter que colocar a mão no bolso efetivamente.

A primeira coisa a fazer é um cadastro no site "A.W. Surveys" (tem um link bem abaixo da minha foto no blog.

O que é esse A.W. Surveys?

A.W.Surveys é um site em que você se cadastra e tem que responder algumas perguntas sobre os sites parceiros deles pra ganhar dinheiro, você recebe U$$6 dólares por se registrar e U$$4 dólares por cada 2 perguntas respondidas, às vezes só U$$1 dólar. As perguntas são desse tipo: Você deve entrar no site que está referenciado na pergunta e falar sobre o site. Por exemplo, se for um site de produtos, você pode responder assim: "I loved this products. They are great". (as respostas precisam ser em inglês, se você não tem muita habilidade com isso utilize alguma ferramenta de tradução online)
A tela que você vai encontrar é essa:

Faça seu cadastro em "Create new account". Depos disso, com seu usuário ativo role a página para baixo e as PERGUNTAS estarão numa sessão indicada como: “The Following Surveys are Available“. Daí pra frente é com você.

Bom, uma vez que você respondeu as perguntas você pode acompanhar seus ganhos pelo site mesmo. Você pode creditar o valor no seu cartão de crédito, ou encaminhar o dinheiro para alguma conta "online", como por exemplo o PAYPAL.

A segunda parte da coisa é criar uma conta no PAYPAL.

O que é o PAYPAL?

Esse é um site que contém uma conta, como se fosse bancária, mas segura o suficiente para movimentar dinheiro na web. Essa conta no Paypal é grátis e serve para você receber seu dinheiro acumulado e pagar a conta Premium. Nesse cadastro não precisa por nada falso. Fique tranquilo que esse site é conhecidíssimo, o mais seguro do mundo em transações financeiras.

Você pode cadastrar seu cartão de crédito ou apenas clicar (quando aparecer a tela para cadastramento do cartão) em "Ir para minha conta".

Bem, assim a ideia é: Através do A.W. Surveys você ganhar alguns trocados, depois encaminha esses para o PayPal, e após isso faz a compra da Conta Premium do RapidShare..

ATENÇÃO:
(1) Uma vez criada ambas as contas, você clica em "Redeem Money" no AW Surveys para encaminhar o dinheiro;
(2) Você só pode encaminhar a quantia mínima de U$$75,00. Ou seja, trate de responder perguntas e indicar amigos (USS1,25 por cada amigo cadastrado).

É isso pessoal... eu achei bem útil isso. Espero que vocês façam bom proveito.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Iniciando...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010 0
Pois é, nunca achei que fosse criar um blog... Aqui estou. Não farei inclusões frequentes, mas sempre que encontrar algo interessante no mundo da música o farei. Interessante é relativo, eu sei... logo, que seja interessante do meu ponto de vista e daqueles que partilham gostos semelhantes.
 
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